segunda-feira, 24 de setembro de 2012

TRABALHO - MATÉRIA METODOLOGIA CIENTÍFICA

              TRABALHO ELABORADO PARA A FATEF
              MATÉRIA METODOLOGIA CIENTÍFICA II
     Pesquisa realizada referente ao asuunto: Cérebro esquerdo e Cérebro direito. Baseada no vídeo de Daniel Godri.




AJA COMO HOMEM E PENSE COMO MULHER

 
INTRODUÇÃO

 

O assunto deste trabalho é relativo ao vídeo de Daniel Godri que tem como título “AJA COMO HOMEM E PENSE COMO MULHER”. Nele Godri tem a intenção de fazer com que os homens intendam como funciona a mente humana, e a partir de então os homens possam ser mais sensíveis ao modo de ser das mulheres, sejam mais ouvintes e pacientes com as mulheres. Com esse objetivo alcançado, o relacionamento homem-mulher será mais harmonioso, seja no trabalho, no lar, na igreja, enfim em qualquer lugar onde as pessoas precisem ser sociáveis.

 

Em seu vídeo, Daniel Godri compara o cérebro como dois computadores, afirma que o cérebro humano tem dois lados, naturalmente o lado esquerdo e o lado direito.   

 

Para melhor elucidar meu trabalho e corroborar com o vídeo (palestra) de Daniel Godri, foram feitas pesquisas:

1)      no livro “Cérebro Esquerdo, Cérebro Direito, de Sally P. Springer e Georg Deutsch, editora Summus Editorial – 3ª edição”,

2)      no site do Fio Cruz: www.fiocruz.br,

3)      no site Mundo do Vestibular: www.mundovestibular.com.br,

4)      no site do Prof. Dr. Renato M.E. Sabbatini: www.cerebromente.org.br.

 

PRIMEIRAS EVIDÊNCIAS CLÍNICAS:

A DESCOBERTA DA ASSIMETRIA

 

Em 1836, Marc Dax, um obscuro médico do interior leu um relato num dos encontros da sociedade médica de Montpellier, na França. Dax não costumava apresentar trabalhos em conferências médicas, essa, de fato, foi sua primeira e única comunicação cientifica. Dax era Clínico Geral de longa carreira. Ele havia observado que muitos pacientes, em consequência de danos ocorridos no cérebro, apresentavam perda de voz, sintoma conhecido tecnicamente como Afasia. A observação não era novidade. Casos repentinos de ruptura permanente da faculdade de falar com coerência já haviam sido relatados na antiguidade, pelos gregos. Dax, entretanto, estava impressionado pela associação entre a perda da voz e o lado do cérebro que havia ocorrido a lesão. Em mais de quarenta pacientes com Afasia, havia encontrado sinais de danos produzidos na metade esquerda do cérebro. Ele não conseguiu descobrir um único caso com lesão apenas do lado direito. No relato apresentado à sociedade médica, ele fez um sumário dessas observações e apresentou suas conclusões: Cada metade do cérebro controla diferentes funções; a fala é controlada pela metade esquerda.

Sua comunicação foi um completo fracasso. Despertou pouco interesse entre aqueles que dela tomaram conhecimento e, em pouco tempo, caiu no esquecimento. Dax faleceu no ano seguinte, sem saber que tinha antecipado uma das mais excitantes e produtivas áreas da pesquisa científica da segunda metade do século XX – A investigação das diferenças entre o cérebro direito e o cérebro esquerdo. (pesquisa feita no google acadêmico, extraída do livro “Cérebro Esquerdo, Cérebro Direito”, de Sally P. Springer e Georg Deutsch, editora Summus Editorial – 3ª edição).

 

O CÉREBRO

O cérebro é formado por diferentes estruturas, com funções diferentes. Vamos conhecer as principais:

Córtex cerebral


Essa é a parte externa, que todos chamam de ‘massa cinzenta’, (por causa de sua coloração acinzentada). É responsável pela nossa capacidade de pensamento, movimento voluntário, linguagem, julgamento e percepção.


Cerebelo

Responsável pelas funções de: Movimento, Equilíbrio e Postura. Sem ele nós sairíamos por aí como ‘marionetes ambulantes’. A palavra cerebelo vem do latim para "pequeno cérebro”. O cerebelo fica localizado ao lado do tronco encefálico.

 
Tronco Encefálico

Este é responsável pelas funções involuntárias de: Respiração, Ritmo dos batimentos cardíacos e Pressão Arterial.

 
Hipocampo
 
            É responsável pelas funções de: Aprendizado e Memória. O Hipocampo é uma área muito importante na memória e aprendizado.
 

OS DOIS LADOS DO CÉREBRO

O cérebro humano é dividido em duas metades: lado direito e lado esquerdo. Embora essas metades tenham uma estrutura muito parecida, algumas funções são de responsabilidade de um único lado. Geralmente, o hemisfério (lado) dominante de uma pessoa se ocupa da linguagem e das operações lógicas, como fazer contas, estudar, escrever, etc. já o outro hemisfério controla as emoções e a criatividade.

A metade esquerda do cérebro comanda o lado direito do corpo, e a metade direita do cérebro comanda o lado esquerdo do corpo. Desta forma, nós conseguimos pensar e nos movimentar ao mesmo tempo.

Bibliografia - Sites acessados para consulta: http://www.bombeirosemergencia.com.br/cerebro.htm  e http://www.webciencia.com/11_04cerebro.htm (extraído do site:www.fiocruz.br).

 

O CÉREBRO ESQUERDO

O CÉREBRO "LÓGICO"


O cérebro esta quase que dividido em duas seções (hemisférios) por um sulco profundo. Em algumas operações sérias do cérebro é realmente necessário dividi-lo completamente. A medida que essas operações foram sendo feitas, os cirurgiões descobriram que cada uma das metades podia funcionar sozinha, como um "cérebro" separado, embora as metades esquerda e direita do cérebro funcionem de maneira bem diferente. Cada lado do cérebro controla o lado oposto do corpo, com as fibras nervosas cruzando-se no corpo caloso, no fundo do sulco que separa os dois hemisférios. Normalmente os dois lados do cérebro devem trabalhar juntos e eles se comunicam entre si através do corpo caloso. Quando este é cortado, e os dois hemisférios são mantidos separados, podem ser observadas as diferenças entre eles.

 O CÉREBRO "LÓGICO"


Na maioria das pessoas, o lado esquerdo do cérebro é responsável pelo pensamento "lógico". Este é o raciocínio exato, detalhado e minucioso que precisamos, por exemplo, para a matemática. Também usamos o lado esquerdo do cérebro para controlar nossa fala, um processo infinitamente complicado que nenhuma máquina é capaz de dominar. Pequenas partes separadas do hemisfério esquerdo cuidam das ações necessárias para a escrita, para o som que produzimos quando falamos e para dar nome às coisas que podemos ver. Algumas vezes uma pessoa de idade sofre um derrame que afeta essa parte do cérebro e então não é mais capaz de falar adequadamente.

 

O CÉREBRO DIREITO

CÉREBRO "ARTÍSTICO"

             O lado direito do cérebro é a parte "artística", relacionando-se com o entendimento e a interpretação do mundo que nos cerca - mas, geralmente, não com a fala. O lado direito do cérebro examina as situações e problemas em geral e dá uma resposta ou solução imediata, bem diferente da maneira como funciona o lado esquerdo, seguindo uma série de passos cuidadosos e deliberados.

O cérebro "artístico" está ligado à observação do ambiente que nos rodeia. Ele pode, por exemplo, identificar um rosto familiar em uma multidão; mas é o lado esquerdo que vai buscar o nome da pessoa em nossa memória. As habilidades musicais também dependem do lado direito do cérebro, da mesma maneira que as habilidades visuais, como a pintura.

Embora cada metade do cérebro possa operar sozinha, ambas devem trabalhar juntas para funcionarmos normalmente. Para a maioria das atividades, usamos os dois lados simultaneamente, e eles trabalham de maneira muito bem coordenada.
Imagine que você está escrevendo a descrição de uma gravura: primeiro você olha a gravura, e o lado direito de seu cérebro torna-se ativo (um cientista poderia provar isso usando um EEG); em seguida você começa a escrever, e o lado esquerdo do cérebro é ativado. Quando você olha para um diagrama complicado, são necessárias ambas as partes - a "lógica" e a "artística" - do cérebro.

 

 

QUANTO AOS CANHOTOS

A parte esquerda do cérebro funciona dessa maneira na maioria das pessoas, mas nos canhotos o lado direito do cérebro pode ser a metade "lógica". Em algumas pessoas canhotas, a fala pode ser controlada por ambos os lados. (Extraído do site: www.mundovestibular.com.br)

 

EXISTEM DIFERENÇAS CEREBRAIS ENTRE OS HOMENS E AS MULHERES?


PROF. DR. RENATO M.E. SABBATINI

Que os homens e as mulheres são diferentes, todos sabemos disso. Porém, além das diferenças anatômicas os cientistas sabem também que existem várias outras diferenças sutis na maneira pela qual os cérebros dos homens e das mulheres processam a linguagem, as informações, as emoções, o conhecimento, etc. Uma das diferenças mais interessantes refere-se à maneira segundo a qual os homens e as mulheres calculam o tempo, estimam a velocidade de objetos, realizam cálculos matemáticos mentais, orientam-se no espaço e visualizam os objetos tridimensionais, e assim por diante. Ao realizar todas essas tarefas, os homens e as mulheres são extremamente diferentes, assim como o são quando seus cérebros processam a linguagem. Isso poderia explicar, afirmam os cientistas, o fato de que existem mais homens matemáticos, pilotos de avião, guia de safari, engenheiros mecânicos, arquitetos e pilotos de Fórmula 1 do que mulheres. Por outro lado, as mulheres são melhores que os homens em relações humanas, em reconhecer aspectos emocionais nas outras pessoas e na linguagem, na expressão emocional e artística, na apreciação estética, na linguagem verbal e na execução de tarefas detalhadas e pre-planejadas. Por exemplo, as mulheres normalmente são melhores que os homens em lembrar listas de palavras ou parágrafos.

O "pai" da Sociobiologia, Edward O. Wilson, da Universidade de Harvard, afirmou que as mulheres tendem a ser melhores que os homens em empatia, em habilidades verbais, sociais, e de proteção, dentre outras, enquanto que os homens tendem a ser melhores em habilidades de independência, de dominação, em habilidades matemático-espaciais, nas de agressão relacionada a hierarquia, e outras características.

 

 ESTUDO DAS DIFERENÇAS CEREBRAIS

Existe hoje uma variedade de métodos Neurocientíficos sofisticados que permitem aos cientistas testar diferenças minúsculas entre quaisquer grupos de cérebros. Existem muitas abordagens tornadas possíveis pelo avanço do processamento computadorizado de imagens, como por exemplo, a tomografia (que mostra imagens detalhadas de "fatias" do cérebro):

  1. Medidas volumétricas de regiões cerebrais: define-se uma região e o computador, a partir de uma série de fatias, calcula a área daquela região cerebral, e então realiza cálculos de integralização de várias áreas para calcular seu volume aproximado. A análise estatística de várias amostras pertencentes a cérebros diferentes permite descobrir se existem (ou não) diferenças em volume, espessura, etc.
  2. Imagens funcionais: graças ao uso de aparelhos sofisticados tais como o tomógrafo de emissão de pósitrons (o PET) ou o FMRI (Imagens de Ressonância Magnética funcional) ou o Eletroencefalógrafo de Topografia do Cérebro, os pesquisadores são capazes de visualizar em duas ou três dimensões, quais as partes do cérebro são funcionalmente ativadas quando uma tarefa é executada pelos indivíduos testados.
  3. Exame post-mortem. Os cérebros de falecidos são retirados e fatiados. As modernas técnicas de análise de imagem são usadas para detectar diferenças quantitativas tais como o número e a forma de neurônio e outras células cerebrais, a área, espessura e volume das diversas áreas do cérebro etc.

Os cientistas que trabalham na Universidade Johns Hopkins University, publicaram recentemente na revista especializada "Cerebral Cortex", a descoberta de que existe uma região no córtex chamado de Lóbulo Infero-Parietal (LIP) que é significativamente maior nos homens do que nas mulheres. Essa área é bilateral e localizada logo acima do nível das orelhas (córtex parietal). Além disso, os cientistas da Universidade Johns Hopkins observaram que, nos homens, o lado esquerdo do LIP é maior do que no lado direito. Nas mulheres, a assimetria é exatamente o contrário, embora as diferenças entre o lado esquerdo e direito não sejam tão importantes quanto nos homens. Esta é a mesma área que foi demonstrada ser maior no cérebro de Albert Einstein, assim como de outros físicos e matemáticos. Portanto, parece que o tamanho do LIP está correlacionado com as habilidades mentais em matemática. Os neurologistas suspeitavam da existência de diferenças morfológicas do cérebro desde a época da frenologia (embora esta tenha sido provada ser uma abordagem errada), no século 19. O fim do século 20 testemunha as primeiras provas científicas disso. Em geral, o LIP permite que o cérebro processe informações a partir dos órgãos dos sentidos e ajude na atenção e percepção seletivas (por exemplo, as mulheres são mais capazes de se concentrar em um estímulo específico, como o choro do bêbê à noite). Os estudos têm relacionado o LIP direito à memória envolvida na compreensão e manipulação das relações espaciais e à capacidade de estabelecer relações entre as partes do corpo. Ele está também relacionado à percepção de nossos próprios sentimentos ou emoções. O LIP esquerdo está implicado na percepção do tempo e do espaço e na capacidade de rotação mental de figuras tridimensionais.

Um estudo anterior do mesmo grupo dirigido pelo Dr. Godfrey Pearlson, demonstrou que duas áreas nos lobos frontais e temporais relacionados à linguagem (conhecidos como áreas de Broca e Wernicke, em homenagem a seus descobridores) são significativamente maiores nas mulheres, fornecendo assim um motivo biológico para a notória superioridade mental das mulheres relacionada à linguagem.
Utilizando imagens de ressonância magnética, os cientistas mediram os volumes de matéria cinzenta em diferentes regiões corticais de 17 mulheres e 43 homens. As mulheres apresentavam um volume 23% maior (na área de Broca, no córtex prefrontal dorsolateral) e 13% maior (na área de Wernicke, no córtex temporal superior) do que os homens. Esses resultados foram corroborados mais tarde por outro grupo de pesquisa da Faculdade de Distúrbios da Comunicação da Universidade de Sydney, Austrália, que foi capaz de provar essas diferenças anatômicas nas áreas de Wernicke e de Broca. O volume da área de Wernicke era 18% maior nas mulheres, comparado aos homens, e o volume cortical da área de Broca era 20% maior em mulheres do que nos homens. Por outro lado, evidências adicionais são obtidas a partir de pesquisa que mostra que o corpus callosum, (corpo caloso) uma grande massa de fibras nervosas, conectadas a ambos os hemisférios cerebrais, é maior nas mulheres do que nos homens, embora essa descoberta tenha sido contestada recentemente.

Em outra pesquisa, um grupo da Universidade de University of Cincinnati, nos Estados Unidos, Canada, apresentou evidências morfológicas de que enquanto os homens têm mais neurônios no córtex cerebral, as mulheres tem um neuropil mais desenvolvido - isto é, o espaço entre os corpos celulares que contém as sinapses, os dendritos e os axônios, e permite a comunicação entre os neurônios. De acordo com a Dra. Gabrielle de Courten-Myers, essa pequisa pode explicar porque as mulheres são mais propensas a demência (devido à doença de Alzheimer, por exemplo) do que os homens, porque embora ambos percam o mesmo número de neurônio por causa da doença, "nos homens, a reserva funcional pode ser maior, pois existe um maior número de células nervosas, o que poderia prevenir parte das perdas funcionais."

Outros pesquisadores, dirigidos pelo Dr. Bennett A. Shaywitz, um professor de Pediatria na Faculdade de Medicina da Universidade de Yale, descobriram que os cérebros das mulheres processam a linguagem verbal simultaneamente nos dois lados (ou hemisférios) do cérebro frontal, enquanto que os homens tendem a processá-la apenas no hemisfério esquerdo. Eles realizaram imagens de tomografia por ressonância magnética planar funcional de 38 cérebros de indivíduos destros (19 homens e 19 mulheres). A diferença foi demonstrada em um teste em que os sujeitos deviam ler uma lista de palavras sem sentido e encontram suas rimas. É curioso observar que os orientais que usam idiomas escritos baseados em figuras (isto é, os ideogramas) tendem também a utilizar ambos os hemisférios cerebrais, independentemente do gênero.

 

FATOS E PRECONCEITOS

Essas diferenças, porém, implicam em uma relação de superioridade/inferioridade entre os homens e as mulheres? "Não", afirma o Dr. Pearlson. "Afirmar isso significa dizer que os homens são automaticamente melhores em algumas coisas do que as mulheres, é uma atitude simplista. É fácil encontrar mulheres que são extraordinárias em matemática e física e homens que são excelentes em habilidades de linguagem. Somente quando examinamos uma população muito grande e investigamos tendências pequenas, porém significativas, podemos ver as generalizações. Existem muitas exceções, mas há também uma pitada de verdade, revelada pela estrutura cerebral, que acreditamos estar subjacente a algumas das maneiras pelas quais as pessoas caracterizam os sexos."

O Dr. Courten-Myers acrescenta: "O reconhecimento de maneiras -- específicas ao gênero -- de pensar e sentir, tornadas ainda mais críveis dadas essas diferenças bem estabelecidas, poderia ser benéfico para a melhora de relações interpessoais. Porém, a interpretação dos dados também pode trazer abuso e prejuízo se qualquer um dos gêneros tentar construir evidências para a superioridade do homem ou da mulher baseadas nessas descobertas."

A conclusão é que a Neurociência realizou grande avanço na década de 1990 quanto a descoberta de diferenças concretas e cientificamente comprovadas entre os cérebros dos homens e das mulheres. Embora esse conhecimento pudesse teoricamente ser usado para justificar a misoginia e preconceito contra as mulheres, felizmente isso não tem acontecido. Na verdade, esse novo conhecimento pode ajudar os médicos e cientistas a descobrir novas maneiras de explorar as diferenças cerebrais para o tratamento de doenças, para personalizar a ação de medicamentos, para utilizar diferentes procedimentos cirúrgicos, etc. Afinal de contas, os homens e mulheres diferem apenas quanto ao cromossoma Y, mas isso tem um impacto real sobre tantas coisas, inclusive a dor, os hormônios, etc.

PARA CONHECER MAIS:

Sabbatini, R.M.E.: The PET Scan: A New Window Into the Brain
Gattass, R.: Thoughts: Image Mapping by Functional Nuclear Magnetic Resonance

Cardoso, S.H.: Why Einstein Was a Genius?

Sabbatini, R.M.E.: Paul Broca: Brief Biography

Sabbatini, R.M.E.: Topographic EEG


Referências


  1. Frederikse, M.E., Lu, A., Aylward, E., Barta, P., Pearlson, G. Sex differences in the inferior parietal lobule. Cerebral Cortex vol 9 (8) p896 - 901, 1999 [MEDLINE].
  2. Geary, D.C. Chapter 8: Sex differences in brain and cognition. In "Male, Female: the Evolution of Human Sex Differences". American Psychological Association Books. ISBN: 1-55798-527-8 [AMAZON].
  3. Harasty J., Double K.L., Halliday, G.M., Kril, J.J., and McRitchie, D.A. Language-associated cortical regions are proportionally larger in the female brain. Archives in Neurology vol 54 (2) 171-6, 1997 [MEDLINE].
  4. Collaer, M.L. and Hines, M. Human behavioural sex differences: a role for gonadal hormones during early development? Psychological Bulletin vol 118 (1): 55-77, 1995 [MEDLINE].
  5. Bishop K.M. and Wahlsten, D. Sex differences in the human corpus callosum: myth or reality? Neuroscience and Biobehavioural Reviews vol 21 (5) 581 - 601, 1997.
  6. LeVay S. A difference in hypothalamic structure between heterosexual and homosexual men Science. 253(5023):1034-7, 1991 [MEDLINE].
    See also: LeVay, S.: "The Sexual Brain". MIT Press, 1994 [
    AMAZON]
  7. Shaywitz, B.A., et al. Sex differences in the functional organisation of the brain for language. Nature vol 373 (6515) 607 - 9, 1995 [MEDLINE].
  8. Rabinowicz T., Dean D.E., Petetot J.M., de Courten-Myers G.M. Gender differences in the human cerebral cortex: more neurons in males; more processes in females. J Child Neurol. 1999 Feb;14(2):98-107. [MEDLINE]
  9. Schlaepfer T.E., Harris G.J., Tien A.Y., Peng L., Lee S., Pearlson G.D. Structural differences in the cerebral cortex of healthy female and male subjects: a magnetic resonance imaging study. Psychiatry Res. 1995 Sep 29;61(3):129-35 [MEDLINE].
  10. Wilson, E.O. - "Sociobiology". Harvard University Press, 1992 [AMAZON].
  11. Moir A. and Jessel D. - "Brain Sex". 1993 [AMAZON] See also: Excerpts from the book
  12. Blum, D. - "Sex on the Brain: The Biological Differences Between Men and Women". Penguin, 1998 [AMAZON]
  13. Kimura, D. - "Sex and Cognition". MIT Press, 1999 [AMAZON]

 
O Autor
 
                 Renato M.E. Sabbatini é doutor em neurofisiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto. Realizou pesquisas como cientista convidado e para o seu pós-doutorado no Instituto Max Planck de Neurobiologia em Munique, Alemanha. Atualmente é coordenador de Informática Médica e professor adjunto da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. Dentre suas inúmeras atividades, destaca-se também a de editor associado e presidente do conselho editorial da revista on-line "Cérebro & Mente".
Email:
sabbatini@nib.unicamp.br .



Trabalho elaborado pelo aluno Cleber Rodrigues Venin, esse, do segundo ano do curso de Teologia, Pólo de Barra do Piraí/RJ, para a disciplina Metodologia do Ensino Científico.

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

 
 

 

 

 

 

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